Ao contar as Lendas do Rio Grande do Sul aos alunos da 4ª série da escola Olga Benario Prestes eles pediram para fazer os desenhos sobre uma das lendas e escolheram Negrinho do Pastoreio.
Qual minha surpresa...
Não só desenharam mas recortaram de livros e da internet diferentes narrativas da mesma história fiquei encantada.
Muitos fizeram painéis em cartolinas.
A criatividade rolou e eu quero dividir com vocês algumas das criações deles feitas em aula.
Realmente estão muito belas,pois cada um teve um olhar diferenciado da mesma história.
Alguns modernizaram outros reproduziram através de cópias,mas o importante foi terem realizado a tarefa cada um de sua maneira.
quinta-feira, julho 03, 2008
quarta-feira, julho 02, 2008
Relatório Aprendizagem_Plano Individual
Relatório da Atividade
Esse relatório tem como finalidade fazer uma analise de minha atuação frente ao desafio lançado pelas professoras do Seminário Integrador lV.
Neste havia a proposta de realizarmos um plano de estudos individual que tivesse um objetivo que deveria ser alcançado em um determinado prazo, exposto no Wiki e Blog e relatássemos os caminhos percorridos para alcançar o nosso objetivo principal.
Por uma curiosidade minha do ano passado que era por música em um trabalho eu conheci por sugestão da professora Íris o programa Movie Maker.
Lembro que eu juntamente com tutora Vanessa descobrimos algumas coisas, porém não chegamos a realizar um filme com música de um arquivo pessoal.Então resolvi a realizar meu vídeo.
Os caminhos foram um tanto percorrido lentamente, pois aconteceram muitas coisas que impediram um resultado melhor, sei que poderia ter sido perfeito, mas vou continuar tentando.
O primeiro passo foi descobrir como funcionava o programa, para isso busquei dados na Internet.
Já tinha em mente o que eu queria e qual música usaria.
Optei por Planeta Água porque estava no meu plano de Ciências, como uma das atividades a ser desenvolvida com os alunos em sala de aula.
Resolvi seguir a sugestão trazida pelo professor Zeca em uma das aulas presenciais, então levei a letra fragmentada para os alunos desenharem.
Em sala de aula como não temos os recursos tecnológicos eu coloquei os desenhos no quadro enquanto eles ouviam a música, enfim improvisei meu vídeo, aliando os desenhos feitos por meus alunos e buscando algumas imagens no google fiz meu primeiro vídeo no Movie Maker.
Porém foi difícil o caminho percorrido, pois havia esquecido que tanto imagens e músicas deveriam estar salvas no micro.Sendo imagens no arquivo “Minhas Imagens” ou Meus Documentos “e a música em MP3” Minhas Músicas ou no Mule ““.
Feito isso foi só buscar as imagens e a música e ver o resultado da tarefa.
Não consegui adaptar o tempo, pois para mim as imagens e a letra da música deveriam estar em sintonia.Prometo descobrir um jeito de aliar os dois.
Confesso que deixar as coisas para a última hora não é nada bom, aprendi a lição.
Não poderia deixar de agradecer as Tutoras Grace, Vanessa e principalmente Rosaura que na segunda foi ao Pólo mesmo sem funcionamento me ajudar, pois sabe que dependo dele para realização das tarefas.
Não esquecendo da colega Jaqueline pelas dicas no Skype e por ter me permitido compartilhar a emoção no momento em que finalizava seu vídeo.
Esse relatório tem como finalidade fazer uma analise de minha atuação frente ao desafio lançado pelas professoras do Seminário Integrador lV.
Neste havia a proposta de realizarmos um plano de estudos individual que tivesse um objetivo que deveria ser alcançado em um determinado prazo, exposto no Wiki e Blog e relatássemos os caminhos percorridos para alcançar o nosso objetivo principal.
Por uma curiosidade minha do ano passado que era por música em um trabalho eu conheci por sugestão da professora Íris o programa Movie Maker.
Lembro que eu juntamente com tutora Vanessa descobrimos algumas coisas, porém não chegamos a realizar um filme com música de um arquivo pessoal.Então resolvi a realizar meu vídeo.
Os caminhos foram um tanto percorrido lentamente, pois aconteceram muitas coisas que impediram um resultado melhor, sei que poderia ter sido perfeito, mas vou continuar tentando.
O primeiro passo foi descobrir como funcionava o programa, para isso busquei dados na Internet.
Já tinha em mente o que eu queria e qual música usaria.
Optei por Planeta Água porque estava no meu plano de Ciências, como uma das atividades a ser desenvolvida com os alunos em sala de aula.
Resolvi seguir a sugestão trazida pelo professor Zeca em uma das aulas presenciais, então levei a letra fragmentada para os alunos desenharem.
Em sala de aula como não temos os recursos tecnológicos eu coloquei os desenhos no quadro enquanto eles ouviam a música, enfim improvisei meu vídeo, aliando os desenhos feitos por meus alunos e buscando algumas imagens no google fiz meu primeiro vídeo no Movie Maker.
Porém foi difícil o caminho percorrido, pois havia esquecido que tanto imagens e músicas deveriam estar salvas no micro.Sendo imagens no arquivo “Minhas Imagens” ou Meus Documentos “e a música em MP3” Minhas Músicas ou no Mule ““.
Feito isso foi só buscar as imagens e a música e ver o resultado da tarefa.
Não consegui adaptar o tempo, pois para mim as imagens e a letra da música deveriam estar em sintonia.Prometo descobrir um jeito de aliar os dois.
Confesso que deixar as coisas para a última hora não é nada bom, aprendi a lição.
Não poderia deixar de agradecer as Tutoras Grace, Vanessa e principalmente Rosaura que na segunda foi ao Pólo mesmo sem funcionamento me ajudar, pois sabe que dependo dele para realização das tarefas.
Não esquecendo da colega Jaqueline pelas dicas no Skype e por ter me permitido compartilhar a emoção no momento em que finalizava seu vídeo.
quinta-feira, junho 26, 2008
Alunos fazem releitura de poesias de Quintana
Não é só de tragédias minha sala de aula.Os alunos também são muito criativos,basta ver os desenhos que fizeram a partir de um Poema de Quintana "Rua dos Cataventos."
Antes dos desenhos voltamos ao túnel do tempo relembrado como eram as ruas de antigamente,as praças,o centro de Porto Alegre onde Quintana viveu grande parte de sua vida,dos bondinhos que trafegavam pelo centro,as carroças que eram um dos meio de transporte muito usado.


Antes dos desenhos voltamos ao túnel do tempo relembrado como eram as ruas de antigamente,as praças,o centro de Porto Alegre onde Quintana viveu grande parte de sua vida,dos bondinhos que trafegavam pelo centro,as carroças que eram um dos meio de transporte muito usado.
Levantamos a questão de passear a noite pelas ruas em noites quentes e hoje isso não é mais possível diante de tanta violência.
Foram resgatando muitas histórias dos seus bisavós,avós e com certeza tanto eles como eu não esqueceremos da aula onde através da emoção das palavras escritas por Quintana nos remeteu a um passado repleto de histórias que ficarão gravadas nas nossas memórias.
segunda-feira, junho 23, 2008
Não é Ficcção é muito Real
No inicio desce ano recebi uma turma com 28 alunos dentre eles dois que se destacaram logo de início pelas discussões diárias.
Um deles que vou chamá-lo de Zé outro de Tadeu.
Diariamente eram brigas na sala de aula, recreio e saída da escola.
Zé apesar de ser arredio e atrevido nunca me faltou com respeito e sempre que precisava falar com ele sobre as atitudes abaixava a cabeça e logo pedia desculpas.
Tadeu não.Enfrentava com desrespeito me mandando longe principalmente com aquele clássico vai te...Não preciso completar.
Para evitar algo mais sério a direção resolveu trocar um de turma.Fiquei então com o Zé.
Tadeu passou algum tempo não sei precisar o quanto foi, só sei contar a vocês que estava maravilhada com a turma, conseguia aplicar as atividades solicitadas pelas disciplinas e algumas coisas do semestre passado como a música que eles estavam fascinados.
Fazíamos planos e pensei essa vai ser uma turma especial.Meu sonho durou pouco e virou pesadelo.
Lá veio o “Projeto Acelera” que acelerou foi minha vida e a de muitas crianças, pois com o desmembramento de uma das quartas (das quatro que havia), ficou resumidamente em três, sendo a minha pela manhã invadida por mais outras crianças que tiveram que se adaptar não só comigo, mas com os outros colegas.
Ficando então a turma com 43 alunos.
As adaptações foram acontecendo aos poucos e como disse uma de minhas alunas novas custou cair à ficha (disse isso ao se referir que a outra professora não voltaria a ficar com eles e que teríamos todos que nos entender).
Com essa turma já consigo realizar as atividades e é prazeroso estar com eles mesmo com alguns problemas de disciplina.
Mas meu pesadelo esta à tarde.Lá encontrei o Tadeu aquele aluno que no início tivemos que trocá-lo de turma.
Não sei se estou cometendo um erro, mas o fato que rezo todos os dias para que ele não atormente tanto, dou Graças a Deus ao terminar o dia e que consegui terminar sem tomar uma atitude impensada.
Em quase trinta anos de sala de aula, nas quais já vi e convivi com os mais absurdos eu nunca dei “Graças” por um aluno não estar presente ou ficar torcendo para que não compareça.
É totalmente fora da normalidade o que essa criança com doze anos faz: pula, provoca vômitos na hora que os colegas estão merendando, solta gases forçadamente, quando estou explicando algo vem por trás e grita ao meu ouvido e sorri ironicamente quando olho para ele, atormenta batendo nos outros, chutando, saindo da sala e indo para as escadas ou banheiro, quanto esta jogando figurinhas é de menos o pior é quando resolvem aprontar outras tantas,o pior foi vê-lo ingerir alcool sem que eu pudesse intervir,pois tinha medo de machucá-lo ao pegar a garrafa e vê-lo sorrir com um ar prazeroso de ter ingerido a alcool.Ainda me mandar tomar naquele lugar é para mim de menos,pois só vendo para crer o que mais acontece.
Não sei definir quem é esse personagem que me tira o chão, que faz com que eu não tenha mais sonhos, que não acredite mais naquilo que até então acreditava como possível dentro de uma sala de aula.
Que me faz perder a vontade de dar minha aula e me desestruturou diante das minhas práticas do Pead, pois aqui nessa turma só foi possível aplicar algo quando ele não estava presente.
Isso é muito triste, não encontrei um jeito de lidar com o afeto, pois não aceita.
Minha esperança é que como encaminhamos ao Psiquiatra logo tenha uma resposta positiva, mas confesso perdi o encanto e isso refletiu na minha vida tanto pessoal, como profissional e como aluna eu já me fiz à pergunta: ”O que estou fazendo aqui?”.
Não é um personagem de ficção é um personagem real talvez gritando por socorro, mas nós e nossas escolas não estamos estruturadas para lidar com esses personagens que nos tiram o sono, que balançam nossas emoções, que nos fazem principalmente rever nossas práticas pedagógicas, que mesmo estando nos renovando no Pead ainda não encontramos soluções para muitas de nossas angustias profissionais.
Um deles que vou chamá-lo de Zé outro de Tadeu.
Diariamente eram brigas na sala de aula, recreio e saída da escola.
Zé apesar de ser arredio e atrevido nunca me faltou com respeito e sempre que precisava falar com ele sobre as atitudes abaixava a cabeça e logo pedia desculpas.
Tadeu não.Enfrentava com desrespeito me mandando longe principalmente com aquele clássico vai te...Não preciso completar.
Para evitar algo mais sério a direção resolveu trocar um de turma.Fiquei então com o Zé.
Tadeu passou algum tempo não sei precisar o quanto foi, só sei contar a vocês que estava maravilhada com a turma, conseguia aplicar as atividades solicitadas pelas disciplinas e algumas coisas do semestre passado como a música que eles estavam fascinados.
Fazíamos planos e pensei essa vai ser uma turma especial.Meu sonho durou pouco e virou pesadelo.
Lá veio o “Projeto Acelera” que acelerou foi minha vida e a de muitas crianças, pois com o desmembramento de uma das quartas (das quatro que havia), ficou resumidamente em três, sendo a minha pela manhã invadida por mais outras crianças que tiveram que se adaptar não só comigo, mas com os outros colegas.
Ficando então a turma com 43 alunos.
As adaptações foram acontecendo aos poucos e como disse uma de minhas alunas novas custou cair à ficha (disse isso ao se referir que a outra professora não voltaria a ficar com eles e que teríamos todos que nos entender).
Com essa turma já consigo realizar as atividades e é prazeroso estar com eles mesmo com alguns problemas de disciplina.
Mas meu pesadelo esta à tarde.Lá encontrei o Tadeu aquele aluno que no início tivemos que trocá-lo de turma.
Não sei se estou cometendo um erro, mas o fato que rezo todos os dias para que ele não atormente tanto, dou Graças a Deus ao terminar o dia e que consegui terminar sem tomar uma atitude impensada.
Em quase trinta anos de sala de aula, nas quais já vi e convivi com os mais absurdos eu nunca dei “Graças” por um aluno não estar presente ou ficar torcendo para que não compareça.
É totalmente fora da normalidade o que essa criança com doze anos faz: pula, provoca vômitos na hora que os colegas estão merendando, solta gases forçadamente, quando estou explicando algo vem por trás e grita ao meu ouvido e sorri ironicamente quando olho para ele, atormenta batendo nos outros, chutando, saindo da sala e indo para as escadas ou banheiro, quanto esta jogando figurinhas é de menos o pior é quando resolvem aprontar outras tantas,o pior foi vê-lo ingerir alcool sem que eu pudesse intervir,pois tinha medo de machucá-lo ao pegar a garrafa e vê-lo sorrir com um ar prazeroso de ter ingerido a alcool.Ainda me mandar tomar naquele lugar é para mim de menos,pois só vendo para crer o que mais acontece.
Não sei definir quem é esse personagem que me tira o chão, que faz com que eu não tenha mais sonhos, que não acredite mais naquilo que até então acreditava como possível dentro de uma sala de aula.
Que me faz perder a vontade de dar minha aula e me desestruturou diante das minhas práticas do Pead, pois aqui nessa turma só foi possível aplicar algo quando ele não estava presente.
Isso é muito triste, não encontrei um jeito de lidar com o afeto, pois não aceita.
Minha esperança é que como encaminhamos ao Psiquiatra logo tenha uma resposta positiva, mas confesso perdi o encanto e isso refletiu na minha vida tanto pessoal, como profissional e como aluna eu já me fiz à pergunta: ”O que estou fazendo aqui?”.
Não é um personagem de ficção é um personagem real talvez gritando por socorro, mas nós e nossas escolas não estamos estruturadas para lidar com esses personagens que nos tiram o sono, que balançam nossas emoções, que nos fazem principalmente rever nossas práticas pedagógicas, que mesmo estando nos renovando no Pead ainda não encontramos soluções para muitas de nossas angustias profissionais.
quinta-feira, junho 05, 2008
Aula Presencial

Não podia deixar de registrar a aula presencial de ontem das disciplinas de Estudos Socias e Ciências.Estava maravilhoso o video que a professora Maria Aparecida trouxe onde percebia-se muito bem os conceitos de Identidade,Familia bem como a descoberta das origens bem exploradas em forma de canção.
Mas o melhor da noite ainda estava por vir.
Foi quando o professor Zeca propôs uma atividade com músicas e quando fomos ver o resultado da atividade no conjunto final,foi possível perceber a sensibilidade do professor ao nos proporcionar algo tão simples,mas ao mesmo tempo tão especial.
O carinho que teve ao escolher as músicas e as palavras ditas com emoção para todos nós no momento em que externou o quanto esse semestre acrescentou na sua carreira profissional e o muito que pessoalmente ganhou conosco seus alunos do Pead.
Nós é que agradecemos ao Professor Zeca e a professora Cida por terem contribuído com nosso crescimento e por fazerem parte da nossa história como alunos do Pead de Alvorada.
Naruto_Reflexão

Que personagem é esse que causa comoção entre as crianças?
Alguém pode me contar?
É surpreendente a quantidade de gravuras que os pequenos trazem para sala de aula.
Outro dia estava explicando uma atividade e alguns brincavam com as cartas,confisquei-as e disse que só entregaria para as mães.Tive duas surpressas.
A primeira foi uma defesa quase em massa para que devolvesse as cartas a outra bem mais surpreendente é que no dia sequinte lá estavam as mães,não para saber das atitudes,rendimento dos filhos,mas para solicitar as cartas de volta.Entreguei-as é claro com a promessa das mães que as cartas ficariam em casa,mas logo dois dias após as caras estavam de volta.
Ai fui eu um dia lá fazer umas fotos deles e me chamou mais uma vez as posses que faziam para as fotos.Os dedos possicionados como se fossem armas apontados para um alvo qualquer.Comentando com uma colega ela me disse que era um gesto do tal personagem,quando esse exterminava com um inimigo.Passando pelo corredor vi os alunos de uma colega que estavam fazendo algumas fotos para um "Projeto",percebi o mesmo gesto feito pela garotada.
Voltando para a sala ocorreu uma discussão entre dois alunos,pois um havia perdido uma das gravuras e que perdeu queria de volta.Lá fui eu conversar com eles e perguntei:
_Como eles admiravam um personagem que sentia prazer em terminar com a vida de alguém?Se achavam certo?E fiz vários questionamentos.
Um deles me respondeu:
_Então tu não sabe que mata para salvar o planeta dele.
Fiz outra pergunta a ele;
_É necessário tirar a vida de alguém para salvar o planeta.Será que não haveria outra forma de resolver?
Mais uma vez irritado me disse que eu era burra e não entendia nada.
Confesso que estou curiosa para desvendar o mistério desse personagem.Quem será que me conta algo.
Será que eu estou como eles dissem por fora?
segunda-feira, maio 26, 2008
quarta-feira, maio 21, 2008
"Como as crianças percebem o mundo"
Ao perguntar para os alunos: Como vêem o mundo? Após um longo papo sobre o mundo, pedi a eles que representassem através de desenhos.
Alguns foram logo desenhando outros ainda perguntaram:
_Como represento o bem e o mal existente no mundo?
_E a violência, as guerras de que forma eu represento?
E por ai foram as perguntas.
O primeiro desenho que vi surgir foi um imenso campo de futebol.Logo quis saber o porque do desenho.Eu perguntei:
_Por que para você o mundo é um campo de futebol?
Ele me olhou e respondeu:
_A senhora pode me dizer como seria esse mundo sem meu timão?(referindo-se ao Grêmio).
Continuamos a conversa enquanto pintava o desenho.E ia surgindo outras questões interessantes.Mais tarde ao ler outros textos de apoio me dei conta das perguntas que foram sugeridas nesse semestre e como uma coisa leva a outra.
As interdisciplinas se encaixam de uma forma bastante interessante tornando nossas atividades muito mais enriquecidas, quando nos damos conta que através muitas vezes de uma pergunta simples e respostas inocentes gera uma discussão produtiva nas diferentes áreas do conhecimento de nossos alunos.
Imagens produzidas pelos alunos da 4ª série da Escola Olga Benário Prestes.
Alguns foram logo desenhando outros ainda perguntaram:
_Como represento o bem e o mal existente no mundo?
_E a violência, as guerras de que forma eu represento?
E por ai foram as perguntas.
O primeiro desenho que vi surgir foi um imenso campo de futebol.Logo quis saber o porque do desenho.Eu perguntei:
_Por que para você o mundo é um campo de futebol?
Ele me olhou e respondeu:
_A senhora pode me dizer como seria esse mundo sem meu timão?(referindo-se ao Grêmio).
Continuamos a conversa enquanto pintava o desenho.E ia surgindo outras questões interessantes.Mais tarde ao ler outros textos de apoio me dei conta das perguntas que foram sugeridas nesse semestre e como uma coisa leva a outra.
As interdisciplinas se encaixam de uma forma bastante interessante tornando nossas atividades muito mais enriquecidas, quando nos damos conta que através muitas vezes de uma pergunta simples e respostas inocentes gera uma discussão produtiva nas diferentes áreas do conhecimento de nossos alunos.
Imagens produzidas pelos alunos da 4ª série da Escola Olga Benário Prestes.
quinta-feira, maio 08, 2008
Mensagem para nós mães
Mãe!!!
Mãe carinhosa, mãe dengosa
Mãe amiga, mãe irmã
Mãe sem ter gerado é a mãe de coração
Mãe solidão,
Mãe de muitos, mãe de poucos
Mãe de todos nós, Mãe das mães
Mãe dos filhos
Mãe-pai: duas vezes mãe
Mãe lutadora e companheira
Mãe educadora, mãe mestra
Mãe analfabeta, sábia mãe
Mãe dos simples e dos pobres
Mãe dos que nada têm e dos que tudo têm
Mãe do silêncio, mãe comunicação
Mãe dos doentes e dos sãos
Mães dos que plantam e dos que colhem
Mãe de quem nada fez e de quem compra feito
Mãe de quem magoou e de quem perdoou
Mãe rica, mãe pobre
Mãe dos que já foram, mãe dos que ficaram
Mãe dos guerreiros e dos guerreados
Mãe que sorri, mãe que chora
Mãe que abraça e afaga
Mãe presente, mãe ausente
Mãe do sagrado, mãe da luz
Mãe de Jesus e mãe nossa.
Mãe, simplesmente mãe.
Um beijo e que Deus nos abençõe.Ju
Mãe carinhosa, mãe dengosa
Mãe amiga, mãe irmã
Mãe sem ter gerado é a mãe de coração
Mãe solidão,
Mãe de muitos, mãe de poucos
Mãe de todos nós, Mãe das mães
Mãe dos filhos
Mãe-pai: duas vezes mãe
Mãe lutadora e companheira
Mãe educadora, mãe mestra
Mãe analfabeta, sábia mãe
Mãe dos simples e dos pobres
Mãe dos que nada têm e dos que tudo têm
Mãe do silêncio, mãe comunicação
Mãe dos doentes e dos sãos
Mães dos que plantam e dos que colhem
Mãe de quem nada fez e de quem compra feito
Mãe de quem magoou e de quem perdoou
Mãe rica, mãe pobre
Mãe dos que já foram, mãe dos que ficaram
Mãe dos guerreiros e dos guerreados
Mãe que sorri, mãe que chora
Mãe que abraça e afaga
Mãe presente, mãe ausente
Mãe do sagrado, mãe da luz
Mãe de Jesus e mãe nossa.
Mãe, simplesmente mãe.
Um beijo e que Deus nos abençõe.Ju
Assinar:
Postagens (Atom)