sábado, julho 10, 2010
Repintando Debret
Está atividade realizada com as turmas 41,42 e 43 da Escola Municipal Cecilia Meirelles.Através das Aquarelas de Debret eles estudaram sobre a Escravidão no Brasil e no Rio Grande do Sul.O trabalho esteve na Feira de Amostras de Ciências no Município de Alvorada no dia oito de julho.Parabéns aos alunos pelo brilhante trabalho realizado na disciplina de História.
domingo, julho 04, 2010
Reflexão Semana11
“Autonomia é a situação de quem tem liberdade para pensar, decidir e agir; independência. Situação de quem administra a si mesmo sem interferência externa (diz-se de um país, uma instituição etc.)”.Na educação subtende que todas as crianças nascem dependentes e heterônomas. Em outras palavras, à medida que ela aprende a governar a si mesma, será menos governada por outras pessoas.E foi está a principal proposta da Arquitetura a costrução da Autonomia.
O conhecer a história deles foi importante,mas ainda não posso afirmar que tenha sido possitivo,pois há histórias tristes que me senti impotente diante delas e a escola,por mais que ofereça Projetos e faça os encaminhamentos possivéis para os especialistas,quando não há o comprometimento familiar.Os pais atuam como espelhos, que devolvem determinadas imagens ao filho. O afeto é muito parecido com o espelho. Quando demonstro afetividade por alguém, essa pessoa torna-se meu espelho e eu me torno o dela; e refletindo um no sentimento de afeto do outro, desenvolvemos o forte vínculo do amor, essência humana, em matéria de sentimentos.É nesta interação afetiva que desenvolvemos nossos sentimentos positiva ou negativamente e construímos a nossa auto imagem.E como a maioria dos meus alunos são filhos de familia desestruturadas,fica impossivel obter bons resultados,mas continuaremos tentando.E continuando a semana os resultados obtidos pelo alfabetizar-letrando,posso ver nos alunos que já fazem a leitura e a escrita de palavras simples.Darei continuidade até o final do ano letivo as Horas do Conto a atividades relacionadas e desta vez contando com a sala de informatica que será aberta após recesso escolar as tecnologias fizeram falta nesta Arquitetura.Não resta dúvida de que, nos dias de hoje, a utilização de novas formas de interação on-line atende às novas necessidades dos alunos; o incentivo à aprendizagem ativa e significativa ao aluno já pode ser comprovada por meio de vários projetos já desenvolvidos em todo pais; é evidente o acesso rápido e eficiente na obtenção de informações relevantes e diversificadas e a melhoria da qualidade da comunicação entre professores e alunos são viabilizadas pelas ferramentas interativas.Faltou esta interação para tornar a Arquitetura mais atrativa.
Souza,Maria do Rosário Silva-Sobre auto-estima
Piaget,Jean-Autonomia
ALVES, N. Imagens de tecnologias nos cotidianos das escolas
domingo, junho 20, 2010
Semear Atitudes Doces_Reflexão9_Semana10
A idéia da Oficina de matemática surgiu quando percebemos que seria mais atrativo em forma de jogos e histórias introduzirmos os conceitos de matemática como adição, subtração, dezenas e outros...
Assim prendemos mais a atenção e eles aprendem se divertindo com os jogos.E eles passam ser parte também de uma estratégia da escola para ajudar minha turma a desenvolver atitudes positivas e o principal desenvolver a concentração.
Usando uma sugestão da eletiva de matemática realizei com os pequenos a construção dos amarradinhos para introdução do sistema decimal na construção do número em unidades e dezenas, utilizei palitos para fazer agrupamentos. Distribuí o material entre os alunos dando a eles a liberdade de realizar vários amarradinhos e fazendo montagens como eles quisessem.
Realizamos oralmente a contagem dos palitos, registrando os números correspondentes no quadro. Pedi que observassem a escrita de 0 até 9. Quando chegamos no 10, observamos que havia 2 algarismos, isto é, a formação de duas ordens. A dezena e a unidade então pedi que amarrassem com o uso do Atílio. Simbolizando que dez unidades correspondem a uma dezena. Assim fomos construindo até o 50.
Ao invés de apenas ensinar a matemática, poderíamos organizar o ambiente e disponibilizar para as crianças jogos e materiais que permitam desenvolver noções e conceitos matemáticos, que vão muito além de ensinar a contar.
Segundo a professora Gabriela Guarnieri, uma criança aprende muito de matemática, sem que o adulto precise ensiná-la. Descobrem coisas iguais e diferentes, organizam, classificam e criam conjuntos, estabelecem relações, observam os tamanhos das coisas, brincam com as formas, ocupam um espaço e assim, vivem e descobrem a matemática. Contudo, é importante pensarmos que tipos de materiais podemos disponibilizar para as crianças a fim de possibilitar-lhes tais descobertas.
E é o que venho fazendo dentro das Oficinas, disponibilizando jogos e outros materiais para que também dentro da matemática possa Semear Atitudes Doces para no futuro eles possam colher estes frutos e que eles tenham um sabor doce matematicamente.
Deixo aqui registrado que as Oficinas surgiram em uma tarde de Planejamento em que Eu,Adriana e Rosa discutiamos sobre uma maneira mais atrativa para as aulas de matemática,portanto os momentos em que colegas de classes paralelas se encontram e planejam nascem idéias que dão certo e está vem dando resultados.
Campos, Gabriela de Campos, (professora de Educação Infantil na escola municipal de São Carlos)
segunda-feira, junho 14, 2010
Semear Atitudes Doces_Reflexão8
Às vezes dizemos ou fazemos coisas que se não avaliarmos nossas atitudes não estamos Semeando Atitudes Doces, ao contrário implantamos mais revoltas e atitudes negativas.
Tenho avaliado minha prática e atitudes frente aos alunos, enquanto aluna do PEAD, pois é neste momento que conto com a intervenção dos meus professores, que tenho muito que agradecer por cada intervenção feita, me dando oportunidade me auto- avaliar e de perceber que sempre a tempo de um recomeço.
Recomeçar não é nada fácil é preciso se despir de velhos conceitos.É quase que você voltar de um estado de coma profundo e aprender novamente a ser um profissional melhor.
Reconhecer erros não é nada fácil é preciso coragem e audácia para fazer outra vez, mas de maneira certa.
Assim venho modificando minhas atitudes e práticas pedagógicas ao longo dos semestres e nas últimas semanas têm procurado ler mais e buscar respostas aos comentários deixados pelas minhas professoras, para que me torne primeiramente um ser humano melhor,depois uma profissional capaz de resolver conflitos e principalmente uma alfabetizadora que é capaz através do letramento ensinar meus alunos o processo da leitura e da escrita.
Portanto eu Semear Atitudes mais Doces também depende de me tornar melhor frente aos meus alunos para que eles aprendam também semear estas atitudes tendo a mim como exemplo
domingo, junho 06, 2010
Homenagem aos alunos
sexta-feira, junho 04, 2010
Semear Atitudes Doces_Reflexão7
Para Semear Atitudes Doces com os alunos não basta eu fazer uma avaliação para diagnosticar se meus alunos atingiram ou não os objetivos propostos, mas eu preciso avaliar meu empenho como professora e aluna do Pead.
Até chegar ao momento estágio foi um longo período de aprendizagens. Se eu voltar ao primeiro ano onde eu não sabia se quer ligar um micro aprendi muito tecnologicamente e faço uso de tudo que eu aprendi, pena que eu não possa transmitir isso aos pequenos, pois não possuímos ambiente informatizado.
Quanto ao ensinar letrando foi um aprendizado muito grande e se hoje uso o letramento para ensiná-los eu obtive conhecimentos no Pead. E foi através dos textos lidos e das experiências trocadas que fui desmistificando o que ouvia do letramento.Chegou o momento de me avaliar quanto profissional.
Apesar de estar a trinta anos em sala de aula e já ter passado por muitas alfabetizar é muito recente e ainda não tenho o domínio absoluto para exercer com segurança de quem realmente sabe alfabetizar,ainda tropeço,mas procuro sempre estar atenta e aberta a sugestões de quem conhece melhor o mundo da alfabetização.
Este ano em especial é estágio e assumi por primeiro determinação dos meus superiores e depois por não achar justo abandoná-los para assumir outra turma, pois eles em maioria apresentam muitas dificuldades.
Estou procurando em meio a alguns tropeços fazer o melhor,tenho me empenhado ao máximo para que isso aconteça,buscando através das leituras,das reflexões feitas por mim e dos questionamentos de professores,tutoras e orientadoras de estágio melhorar meu empenho como profissional.
Já mencionei o fato que as vezes por ser humana tenho falhas,erros que cometo e procuro melhorar e não repeti-los.Não é fácil trabalhar com tantas diversidades em uma só turma,quando não se tem suporte psicológico e quando a família se isenta do seu papel transferindo para a escola ou para o professor.Fazer o que nos é de competência,muitas vezes fica em segundo plano,pois tem outros gritantes problemas que precisamos amenizar para que os alunos possam aprender.E uma criança só aprende se ela se sentir amada,segura e protegida por todos os envolvidos na sua formação.Fica difícil quando é atribuído só ao professor está função e eu no momento tenho ficado mais tempo envolvida com o emocional e afetivo deles do que propriamente ensinar a construção da leitura e escrita.
Tenho muito ainda a aprender que vai além de estágio. Já aprendi uma porção de coisas que me fizeram crescer enquanto pessoa e enquanto professora.
Toda a coragem de inovar,de trazer para sala de aula o novo foi através do Pead e o fato de aos meus trinta anos fechados de magistério ter a humildade de aprender,de expor com clareza que através dos erros tenho buscado acertar.Pessoalmente a importância dos meus filhos se espelharem em mim,na minha coragem para enfrentarem a vida.
domingo, maio 30, 2010
Semear Atitudes Doces_Reflexão6
Para semear atitudes mais doces tenho tentado muito mais que Hora de Contos, atividades relacionadas, dança do rebolation (que eles amam), outro dia eu propus uma pintura com cola colorida para meu espanto eles derramaram cola no papel e passaram as mãos em cima fazendo uma doce bagunça geral, tudo ficou pitado com cola até os rostos deles e o meu.
Nesse dia após termino da aula o aluno João (quase não participa) me disse que tinha sido a aula mais incrível. Apesar de ter tido trabalho para a limpeza da sala e das mãos e rosto deles percebi o quanto tinham se envolvido com a atividade. Os efeitos dessa mistura ficaram ótimos,muito lindos.
Sendo a escola o primeiro espaço onde se dá o desenvolvimento de cidadãos, nada melhor que por aí se dê o contato sistematizado com o universo artístico e suas linguagens: arte visual, teatro, dança música e literatura. Contudo, o que se percebe é que o ensino da arte está relegado ao segundo plano, ou é encarado como mera atividade de lazer e recreação. Ana Mãe Barbosa.
E nós profissionais de educação infantil estamos muito preocupados com o ensinar a ler e escrever. esquecendo que também existe um aprendizado dentro deste universo artístico.O outro grande erro segundo Ana Mae é atribuir Artes dando apenas folhinhas com datas e é pouco importante.
Para ela o bom de ensinar Artes é associar o ver e o fazer.Para aprender é importante que a criança possa ver através do fazer artístico que sua abra ficou bela e que o mesmo sinta que o trabalho realizado teve o devido valor atribuído pelo professor ou pela família.No caso de João ele se sentiu extremamente valorizado quando eu elogiei sua obra e disse que eram as cores do Brasil,não cabia em si de tão feliz.
Semear atitudes mais doces é também realizar atividades que encantem e valorizem sua criação.
Leão, Raimundo Matos de. A arte no espaço educativo
Barbosa, Ana Mae. A imagem no ensino da arte
sábado, maio 29, 2010
Reflexão Semana7
A semana sétima foi mais baseada em avaliações trimestrais. Nesta semana avaliamos nossos alunos de segundo ano com provas embasadas nos objetivos propostos para o trimestre. Conforme o Regimento Escolar os alunos avaliados por provas e os resultados obtidos é expresso em Pareceres, que são entregues aos pais em reunião.
Avaliar é muito complicado quando usamos ainda instrumentos arcaicos como as provas. A avaliação deveria ser um instrumento para a construção da cidadania.
O ato de avaliar segundo Luckesi* “envolve a coleta, análise síntese dos dados que configuram o objeto da avaliação”.
“Avaliar é julgar ou fazer a apreciação de alguém ou alguma coisa, tendo como base uma escala de valores. É interpretar dados quantitativos e qualitativos para obter um parecer ou julgamento de valor, tendo por base padrões ou critérios” (Haydt, 1988).
Penso que avaliar é muito complicado quando é baseado somente em provas, portanto o acompanhamento deve ser feito durante toda a ação pedagógica, mas avaliar durante todo o processo, fazer o acompanhamento a partir da coleta de informações sobre os desempenhos, competências e habilidades, tentativas de acerto do aluno, etc.
Para muitos é complicado, mas eu tento sempre observar aspectos relevantes que possibilitem eu perceber o aprendizado dos alunos. Durante as aplicações das provinhas eu percebi que Daniel consegue ler através da soletração o mesmo acontece com o aluno Willian. Que para os alunos repetentes este momento inicial é cansativo e não desperta interesses, porque dominam a parte inicial e talvez a causa da repetência fossem as sílabas mais complexas.
A escola adota pelo Regimento Escolar os Pareceres forma está que eu em particular acho mais sensata, pelo fato de não atribuir notas e que estes pareceres podem ser alterados na medida em que os alunos vão construindo aprendizagem.
LUCKESI, Cipriano C. Avaliação da aprendizagem escolar. 11. ed. São Paulo: Cortez,
terça-feira, maio 25, 2010
Semear Atitudes Doces_Reflexão5
Para semear atitudes mais doces é preciso ir além da Hora do Conto onde se trabalha diversos conceitos através do diálogo, das brincadeiras da releitura dos personagens nomeando suas qualidades e outras atividades. Para isso é preciso um trabalho conjunto com a professora onde o papel da escola seja de abrir suas portas e colocá-los dentro de salas onde não há atrativos e materiais didáticos que os envolvam. É preciso que a família se faça presente e que saiba impor regras e limites aos seus filhos e que não transfiram estes para a escola que também não tem como se já é falha. É necessário e urgente que a inclusão “Direito” de todos os Portadores de Necessidades Especiais e Educacionais tenha e saia do papel e passem a ser cumpridas com tudo que lhes são oferecidos: Direito a um atendimento especializado, profissional capacitados, reforços com profissionais que atentam suas especificidades etc. Tudo que o papel registrou e que até agora não vejo em escola, não pelo menos na minha onde sinto na pele o que é incluir todos sem ao menos ter um monitor que divida comigo a tarefa de controlar as crises enquanto eu possa exercer o meu papel que é o ensinar a ler e escrever. Atitudes Doces sem os profissionais que possam servir de suporte são impossíveis e sem a presença da família pior ainda.
Não há uma forma de reconhecer que muitos alunos, sejam ou não portadores de deficiências ou apresentam necessidades educacionais que passam a ser especiais quando a escola não possui atendimentos especializados e estão presas a Políticas Governamentais falidas e embora as necessidades especiais na escola sejam praticas inclusivas estamos praticando é exclusão no momento que deixamos estas crianças sem apoio algum. A atual Política Nacional de Educação Especial aponta para uma definição de prioridades no que se refere ao atendimento especializado a ser oferecido na escola para quem dele necessitar. Nessa perspectiva, define como aluno portador de necessidades especiais aquele que “... por apresentar necessidades próprias e diferentes dos demais alunos no domínio das aprendizagens curriculares correspondentes à sua idade, requer recursos pedagógicos e metodologias educacionais específicas”. A classificação desses alunos, para efeito de prioridade no atendimento educacional especializado (preferencialmente na rede regular de ensino), consta da referida Política e dá ênfase a: portadores de deficiência mental, visual, auditiva, física e múltipla;
portadores de condutas típicas (problemas de conduta).
E como meus alunos são especiais e muitos deles não apresentaram o laudo médico não posso exigir que seja cumprida a lei e para os que têm laudo não há na escola os atendimentos em salas especializadas
Alves, Denise de Oliveira, Gotti, Marlene de Oliveira (Atendimento Educacional Especializado)
domingo, maio 23, 2010
Reflexão Semana6

Sempre deixei muito claro que nunca havia alfabetizado, minhas experiências são com crianças maiores mais especificamente com terceira e quartas séries (hoje quarto e quinto ano). Bem ano passado ao chegar na escola sem muita escolha era um segundo ano e não tinha noção que este seria alunos para alfabetizar.
Em meio a tantos ajustes e desajustes e até me adaptar foi muito difícil. Sempre apoiada pelas colegas Adriana e Rosa sempre incansáveis em me passar idéias e atividades criativasNo inicio pensei em não dar conta,mas quando os vi lendo não sei explicar tamanha emoção.
Ali entendi o que era então o que era o trabalho de tantas colegas alfabetizadoras.Aprendi que alfabetizar já não era embasado nas cartilhas do tipo “IVO VIU A UVA”, porque como diz Paulo Freire é preciso entender que Ivo vem para a sala de aula com conhecimentos adquiridos através da família, da comunidade e da sua cultura. Até eu entender que meus alunos eram providos destes conhecimentos foi um aprendizado e tanto.
Este ano não diferente me veio de presente mais um segundo ano este diferenciado não em termos do cognitivo destes alunos, mas em outros aspectos a falta de limites, regras e o abandono o descaso familiar é gritante.
Estou tentando alfabetizá-los mesmo em meio de tantos conflitos e já posso observar alguns resultados quando uso o alfabeto móvel.Para Montessori partir do concreto rumo ao abstrato,baseia-se na observação de que meninos e meninas aprendem melhor pela experiência direta de procura e descoberta. Para tornar esse processo o mais rico possível através de materiais simples como o alfabeto móvel provocar o raciocínio dos pequenos e isso que fiz com eles na semana.
Adendo:nesse dia os alunos problemas comportamentais sérios não estavam e era a metade da turma que favorecia um atendimento individualizado, diferente de quando estão os trintas.
Estou alfabetizando usando muito materiais que possibilitem a construção do conhecimento acreditando que estás crianças já possuem um conhecimento, pois elas vêm com conhecimentos que foram adquirindo com o tempo.
Segundo Magda Soares “Uma criança, que mesmo ainda não dominando a técnica da leitura e da escrita, folheia livros, jornais, revistas... finge lê-los, brinca de escrever, escuta histórias lidas por outro, está rodeada de material escrito e percebe seu uso e função, pode ser considerada letrada, pois já entrou no mundo do letramento."
Embora, seja considerada analfabeta, pois ainda não aprendeu a ler e escrever.A preocupação, nos dias de hoje, não deve centrar-se apenas em ensinar a ler e a escrever, mas também, e, sobretudo, levar as pessoas a utilizarem a leitura e a escrita, envolvendo-se em práticas sociais dessas.Venho levando para sala de aula além dos alfabetos móveis outros jogos que possibilitem os alunos construírem seus conhecimentos sem o uso do tradicional imposto apenas pelo professor. Tenho observado alguns frutos que me deixa feliz,embora como já citei é uma turma muito difícil.
Montessori, Maria. Educar para crescer.
SOARES, Magda. Letramento (material da biblioteca do Rooda)